Dislipidemia é um termo utilizado para o aumento dos lipídeos (gordura) na corrente sanguínea, incluindo colesterol e triglicerídeos. Ele está presente em alimentos de origem animal, como carnes, frutos do mar, gema de ovo, leite e seus derivados. Podemos encontrá-lo também em produtos industrializados, como bolos, biscoitos, sorvetes, tortas e chocolates.
Em nosso organismo, o colesterol desempenha funções essenciais, como produção de hormônios e vitamina D. No entanto, seu excesso em nosso sangue é altamente prejudicial para a saúde, aumentando o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Embora a dislipidemia não lhe cause nenhum sintoma, pode aumentar de forma significativa seu risco de desenvolver doença arterial coronariana e outras doenças vasculares, como o AVC.
Pessoas com doenças coronarianas desenvolvem um espessamento e endurecimento das artérias. Estas alterações podem gerar dores no peito e um infarto do miocárdio; podem também levar a uma isquemia cerebral (AVC). Levando-se em conta estes riscos, o tratamento e prevenção estão sempre recomendados para as pessoas nesta situação.
O rastreamento para dislipidemia devera iniciar aos 35 anos, quando não existem fatores de risco para doenças cardiovasculares e aos 20 anos quando existem fatores de risco associados. Definitivamente após os 45 anos todos deverão ser triados para dislipidemias. Não há necessidade de parar de fazer este tipo de acompanhamento com o avançar da idade.
O tratamento para a dislipidemia consiste em mudanças de hábitos alimentares; consumindo menos gorduras saturadas, gorduras animais, utilizando mais fibras integrais e menos açúcar e álcool. Exercícios físicos são fundamentais para melhorar a metabolização dos lipídeos, prevenindo assim seu depósito nas paredes das artérias.
Existem medicamentos que podem ser prescritos por seu médico quando as mudanças de hábitos somente não são suficientes para resolver o problema

Procure seu médico! Ele pode ajudar a melhorar a sua qualidade de vida.

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